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Variação de temperatura exige cuidado redobrado com a saúde

Variação de temperatura exige cuidado redobrado com a saúde

Em muitas cidades, o inverno está quente e com tempo seco, mas também tem dias gelados. As vias respiratórias nem sempre aguentam

Em muitas cidades pelo país a temperatura tem variado bastante neste inverno, motivo pra atenção redobrada com a saúde.

Inverno combina com picolé? Sim, picolé.

“Muito quente, tempo seco também, bom para dar uma umedecida”, diz o estudante.

Mas o sol bonito nem sempre aquece tanto: tem dias gelados.

Na Região Sudeste, a semana começou combinando mais com caldo quentinho. Está parecendo uma mistura de estações.

Em Belo Horizonte, por exemplo, está quente para o inverno. No domingo pode fazer até 31 graus. Só que não é hora de guardar os casacos não porque, na terça-feira as temperaturas despencam de novo. A sensação térmica pode chegar a dois graus negativos por causa dos ventos.

“A gente sai de manhã cedo agasalhado, chega depois do almoço, tem que tirar o agasalho e, na hora de voltar para casa, dependendo do horário, já está frio de novo”, conta o administrador Marcos Ministério.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, as ondas curtas de frio e calor devem durar até setembro.

“Isso é típico mesmo de ocorrer, principalmente se as frentes frias vierem acompanhadas de uma forte massa de ar polar, que vai fazer que as temperaturas tenham um declínio brusco e está ocorrendo em grande parte do Sudeste e Sul do Brasil”, explicou o meteorologista Cleber Souza.

E a secura que tem acompanhado as variações de temperatura fez mal para a voz do técnico de informática Francisco de Assis Ribeiro.

“Sensação de rouquidão total, você pensa que está bem, mas a voz não sai, esse tempo está muito ruim, a gente se enche de remédio, antibiótico, mas não melhora”.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 já foram registrados quase 29 mil casos de síndrome respiratória aguda grave, com mais de 3.300 mortes.

“Nessa alternância de temperatura e, principalmente, com a umidade do ar muito baixa, a gente tem um aumento considerável dos atendimentos nos pronto-atendimentos e consultas agendadas em casos de rinite alérgica, nariz obstruído, infecções de garganta, problemas de ressecamento ocular, problemas de pele, além dos casos mais graves de asma e de bronquite”, explicou o médico otorrinolaringologista Bruno de Castro.

A dona de casa Magna Gonçalves Barbosa diz que não se descuida mais.

“O importante nesse tempo é se manter sempre hidratado, sempre com garrafinha de água. Faz muita diferença”.

Fonte: G1

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